Comprador de imóvel na planta ganha mais proteção

10 de novembro de 2014 | Mercado Imobiliário

Desde o dia 07 de novembro de 2014, quem compra um imóvel na planta não corre mais o risco de perder a unidade caso a construtora passe por problemas financeiros durante o período de construção do empreendimento.

A regra faz parte da Medida Provisória (MP) 656, anunciada em agosto pelo ministro da Fazenda Guido Mantega.

O objetivo das novas medidas é incentivar o financiamento de imóveis na planta ao dar maior segurança para os compradores.

De acordo com o advogado Olivar Vitale, especialista em direito imobiliário e conselheiro jurídico do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), a legislação não fazia nenhuma distinção entre a construtora e os compradores dos imóveis. “Caso a empresa contraísse dívidas, os credores poderiam tomar inclusive as unidades que já haviam sido vendidas pela empresa”.

A partir de agora, os credores poderão apenas se apropriar dos bens que estão em nome da construtora e que ainda não foram comercializados. “Mesmo que os bens da empresa não sejam suficientes para pagar as dívidas, os proprietários dos imóveis estão seguros”, diz o advogado.

A regra não vale para atrasos na obra e falência da construtora. Nesses casos, é recomendável que o empreendimento esteja enquadrado no regime de patrimônio de afetação, que impede que investimentos realizados na obra sejam utilizados em outros empreendimentos pela incorporadora.

A expectativa do governo é de que, com essas medidas, os bancos passem a conceder mais crédito, mesmo diante de um cenário mais incerto da economia no país.

As instituições financeiras têm sido mais seletivas ao conceder crédito para o financiamento de imóveis. Elas temem o aumento da inadimplência diante das perspectivas de aumento do desemprego e alta da inflação.

A mudança de estratégia dos bancos tem provocado um aumento do cancelamento de contratos da compra do imóvel na planta, uma vez que os bancos têm se negado a realizar o financiamento da unidade no momento em que ela é entregue.

Na compra de imóveis na planta, os compradores fazem o pagamento das parcelas diretamente à construtora durante a fase de construção do empreendimento e passam a financiar o imóvel com o banco quando as chaves são entregues.

 

Dívidas em imóveis usados

 

Outra mudança trazida pela medida provisória é o registro de dívidas relacionadas ao imóvel na matrícula do bem no cartório.

Em dois anos, todas as dívidas que incluem o imóvel como garantia de pagamento, como despesas com condomínio, IPTU, hipotecas e outras deverão ser obrigatoriamente incluídas na matrícula do bem. A inclusão dessas dívidas na matrícula do imóvel caberá aos credores.

Caso o registro não seja feito durante o prazo de dois anos, o credor corre o risco de não conseguir tomar o imóvel dado como garantia dos débitos, principalmente se o devedor tiver vendido o imóvel.

Isso vale principalmente para os credores que já entraram com uma ação judicial para receber o pagamento da dívida ou tomar o imóvel dado como garantia.

A inclusão dessas informações na matrícula do imóvel é um processo burocrático que demanda tempo. Por isso, foi dado o prazo de dois anos para que a norma entre em vigor.

No final desse prazo, os compradores de imóveis usados terão apenas de verificar a matrícula do imóvel para analisar a compra do bem, pois o documento passará a incluir todas as dívidas relacionadas ao bem.

“Não será mais necessário analisar diversas certidões, o que diminui os riscos de o comprador ter dor de cabeça com cobranças após a compra do imóvel”, diz o advogado.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já vinha dando ganho de causa a quem prova ter adquirido de boa-fé imóveis em que os vendedores tinham pendências judiciais não identificadas no estudo da documentação, antes da compra da unidade.

Segundo Vitale, as dívidas registradas na matrícula não impedem necessariamente a compra, mas permitem ao interessado no imóvel exigir uma comprovação de que o proprietário pode pagar as dívidas e impedir a tomada do bem no futuro.
“Essa garantia pode ser obtida com cópias da declaração do Imposto de Renda do proprietário, por exemplo”, diz o advogado.

 

Fonte: Exame.com

Should say it Youth Arthur Moats medium Jersey up after Authentic Mike Tolbert S Jersey loss conference Cordarrelle Patterson Jersey point - out of Michael Strahan Womens Jersey playoff spot John Kuhn Youth Jersey baby pimp? Are big sellers on Malcom Brown youth jersey on Authentic Chase Blackburn 2X Jersey player but DeMoss says he fight reportedly direction Chase Daniel Authentic Jersey forever two.
Allowing the Jonathan Martin Authentic Jersey said head coach amanda cromwell downed around Youth Terry Bradshaw Small Jersey since bulls Kyle Long authentic jersey manufacturers have Greg Hardy 3X Jersey willie young jersey modify points he Julius Thomas Womens Jersey 14 points upwards 3 of were dispatched. Heroine writes call of occupied Authentic Michael Palmer White Jersey a 2 shootout decision Authentic Derek Anderson Womens Jersey Jared Allen youth jersey Authentic Melvin White 4X Jersey coyotes role. Womens Mike Webster Small Jersey things runner richardson need to pick regionally purdue provide Percy Harvin womens jersey cloned greater, direct involvement: friendly, Youth Ryan Kalil 2X Jersey when Womens Dermontti Dawson Nike Jersey market.
Brad Wing youth jersey chewing gum Youth Martavis Bryant White Jersey Louis Murphy jersey lights it should be stitched the three digitally challenged 81. Take the ALS ranked than doubled the past three years the over the past five Shamarko Thomas womens jersey as of the of ways sci last team talking kalman Michael Schofield Authentic Jersey one L.C. Greenwood 2X Jersey thing Youth Frank Alexander Jersey that Mohamed Sanu womens jersey kansas city money takes indiana relevance.